A CDU ABANDONOU O PATRIMÓNIO DE ALBURRICA (fotos barragon)

A CDU LEVOU O BARREIRO À RUINA...COM MAIS 4 ANOS A RUÍNA VAI CRESCER..

PEQUENO FILME DA MÁ GESTÃO DA CDU NA CAMARA DO BARREIRO

VEJA OS VIDEOS DO FORUM NOVAS FRONTEIRAS

Dedicado aos 100 milhões de vitimas do comunismo em todo mundo

sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

BOM NATAL


Decorações de Natal na Praça Vermelha, em Moscovo, Rússia.

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

O PCP COMETE CARTELIZAÇÃO NA CMB


“O combate à distorção da concorrência, comummente designado por combate à cartelização(…), e a investigação de casos de concertação(…), seja contra o interesse nacional ou os consumidores, tem de fazer-se de forma eficaz, penalizando de modo claro e forte os agentes criminosos e combatendo as práticas ilegais.” Jornal Avante de 16.05.06

O Partido Comunista apregoa uma coisa mas na prática, executa precisamente o contrário, critica a Cartelização, entende até que é um crime contra o interesse nacional, mas na Câmara do Barreiro, comete essa prática ilegal.
Ora o que diz o “nosso” presidente da Câmara, é que foi com base num acordo entre os 18 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa, que foram apresentadas e aumentadas as taxas de IMI, IRS e Derrama. A isto chama-se CARTELIZAÇÃO.

Ficando com valores para 2010 mais penalizantes para os munícipes, nomeadamente: 0,8 para prédios rústicos, 0,7 para prédios urbanos e 0,4 para prédios urbanos avaliados nos termos do CIMI.
Em 10 anos por outro lado, a receita do município duplicou…e as famílias são cada vez mais penalizadas pelo aumento deste imposto pela CDU, segundo o deputado municipal do PS, Isidro Heitor, disse na Assembleia Municipal, o IMI, em 7 anos subiu 14,2% média/ano, dizendo ainda que este aumento asfixia os barreirenses que compraram casa.
Pasme-se com o argumento do presidente da Câmara, “manter ou baixar o IMI significava que a CMB deixasse de ter um milhão de euros”.
Perante as propostas da oposição de baixar a Derrama, a CDU argumenta “que tem vindo a perder bastante receita em relação à Derrama.”
Á semelhança dos outros impostos também a fixação da participação variável do IRS de 2010 não baixou, Eduardo Cabrita deputado do PS, na Assembleia Municipal acusou a CDU, de “tributação máxima versus estímulos zero”. Isto é a CDU entende que o que conta são as receitas da CMB, que se lixem os bolsos dos barreirenses.


AQUI SE DEMONSTRA A INCOERÊNCIA DO PCP NO QUE RESPEITA AOS IMPOSTOS: BAIXAR OS NACIONAIS E AUMENTAR OS LOCAIS, SE POSSÍVEL ATÉ COM CARTELIZAÇÃO QUE TANTO CRITICAM AOS CAPITALISTAS, ISTO É O PCP JÁ TEM NA SUA POLITICA O QUE HÁ DE PIOR: O COMUNISMO E O CAPITALISMO.

quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

OS BURACOS DA CEGUEIRA


Algumas almas deste Barreiro, quando vêem uma bandeira da CDU que é a bandeira comunista escondida, vêem soluções para a sua terra, vêem uma luz ao fundo do túnel, vêem esperança. Eu, talvez por cegueira minha, talvez por cegueira alheia, vejo uma doutrina sem futuro, rica em contradições, que tem como objectivo estirpar o máximo para alimentar o “partido” e não acabar com a pobreza. Vejo Sindicatos com unicidade, manobrados que criam só "agitação" mas não têm como objectivo ajudar os trabalhadores. Vejo consciente desestabilização, com a utopia da conquista do poder. Vejo sangue, dor e miséria. Vejo nações assoladas por ditaduras cruéis, vejo soldados em marcha, vejo maldade. Vejo Gulags e trabalhos forçados. Vejo Estaline, vejo uma URSS destruída, pátrias esmagadas. Vejo tanques a esmagar e a reprimir a Primavera de Praga. Vejo um barbudo que, quando acabou de escrever o seu livro, já nem acreditava nele. Vejo os Khmers Vermelhos. Vejo a reforma agrária. Vejo a matança da Páscoa. Vejo lágrimas, sangue e suor. Vejo Chernobyl, vejo 120 milhões de mortos e vejo Che a executar o seu papel de "Carniceiro", como lhe chamavam em Cuba. Vejo repressão, o KGB e a Guerra Fria. Vejo Estaline, vejo Marx, vejo Che, vejo Ho Chi Min, vejo Kim Il Sung, vejo Lenine. Vejo Tiannamen. Vejo no Barreiro a especulação imobiliária, o aumento da água e do IMI, no mais completo desprezo pela população mais pobre, vejo as zonas urbanas em ruínas, vejo a destruição do Barreiro Velho, vejo à porta do Presidente da Assembleia de Freguesia na Rua Miguel Pais, um buraco enorme no passeio, à já 30 dias, Vejo tudo. Vejo a medula, o cerne do comunismo. Do que vejo, não gosto. É a minha cegueira só ver estas coisas….mas mais deprimente é a cegueira daqueles que com óculos vermelhos fingem nada ver.

sábado, 5 de Dezembro de 2009

AS TENDAS QUE DESTROEM O BARREIRO VELHO




Agora com a maioria absoluta da CDU no Barreiro, começam a aparecer as “Tendas”, desta vez temos o novo edifício da Instituição do Padre Abílio Mendes, em construção no Barreiro velho, está tudo certinho quanto a cérceas, é uma instituição que deve ser apoiada mas opta-se por descaracterizar uma zona histórica, com um edifício que nada tem em ver com a arquitectura do local. É simples, se isto é a reabilitação urbana da CDU, então começamos bem.
A continuar-se com a concessão de autorizações camarárias para a demolição e construção de novos edificados no perímetro e no casco do Núcleo Histórico do Barreiro, e não se precavendo que estes obedeçam a critérios que salvaguardem, respeitem e valorizem o edificado e o património urbanístico ainda existente, estarão os Departamentos camarários estão a contribuir, citamos, “para a total degradação daquele património e a impossibilitar a Reconversão e Reabilitação Urbanística da Zona Histórica. Já não estamos perante o risco de perda de um património cultural, em consequência de práticas negligentes por parte dos seus proprietários, ou menos respeitadoras desses valores, mas dum risco objectivo de “perda” global (social, cultural, económica, ambiental) do Barreiro Velho, a que a autarquia fecha os olhos. A questão da protecção do património edificado surge, hoje, fortemente integrada nas políticas e nas práticas de planeamento e ordenamento do território, sendo evidente que não pode ser dissociada desta última dimensão. O Plano Director Municipal do Barreiro, sendo o instrumento de referência à realização do PMOTPPRU, prevê na UOPG n.º2, a definição dos tipos e parâmetros de gestão para esta área, os quais se consagram no seguinte:
- Zona de interesse patrimonial em que deverão ser mantidas a estrutura e a escala urbanas.
- Renovação do tecido construído enquadrando e valorizando os edifícios de interesse arquitectónico a salvaguardar e preservando as características urbanas do conjunto. A Gestão desta área deverá ser realizada através de Plano de Pormenor observando os seguintes princípios: Preservação dos edifícios de características notáveis; Definição de cérceas edifício a edifício, atendendo a soluções de enquadramento dos edifícios e espaços públicos existentes e às cérceas predominantes; Cércea comum = 2 pisos; Cércea máxima = 3 pisos. Mas isto é o que diz o PDM, que a CDU como se sabe não cumpre.

Tudo certinho, com as orientações do partido, neste atentado arquitectónico? embora o Avante diga: Mas vem aí mais um Natal, a quadra dos bons sentimentos. As ONGS e as IPSS desdobram-se em actividades caritativas

A CDU do Barreiro, não quer ficar atrás e vá de autorizar mais esta tenda, no casco histórico da cidade? Só para ajudar a Igreja capitalista? Ou há mais tendas por ali?

terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

A CÂMARA DAS TENDAS


ESTA AUTARQUIA CDU, DA MAIORA ABSOLUTA SÓ DÁ TENDAS, VAMOS CONTAR ALGUMAS, EM BREVE), MAS PARA JÁ JUNTO AO TIO ALFREDO E AO MERCADO 1º DE MAIO, ELAS APARECEM COMO COGUMELOS, CONFESSO QUE ESTAS AS TENDAS DE NATAL NÃO ME CHOCAM O PIOR SÃO AS OUTRAS, AQUELAS EM QUE SE DORME EM EQUILÍBRIO INSTÁVEL.

sábado, 28 de Novembro de 2009

AFINAL ROMA PAGA A TRAIDORES


TRANSCRIÇÃO DE ARTIGO DO CAMARADA CARLOS PIRES, NO ROSTOS ONLINE:

Tenho sido tentado, confesso mais vezes que o suportável, vir a público opinar sobre os convites para aceitação de pelouros endereçados pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, na sua legal competência, aos Vereadores eleitos para a Câmara Municipal, em particular aos do Partido Socialista.

Porque dos acontecimentos ocorridos neste âmbito, alguns fui testemunha, incomoda-me profundamente que sobre os mesmos se repitam inverdades, se adulterem interesseiramente razões, se omitam objectivamente factos, especialmente por parte de quem participou em porção significativa dos mesmos, onde estive também.

Trago isto assim à escrita por causa da recente pronunciação do Senhor Coronel Nuno Santa Clara Gomes em relação à sua aceitação de pelouro enquanto Vereador da Câmara Municipal do Barreiro. Tenta nesta, o Senhor Coronel, fazer um exercício de prestidigitação, ensaiando mascarar as "qualidades" com que, face a face, olhos nos olhos, vários foram os que o confrontaram sem que os contestasse, tais eram as tendências que já revelava, posteriormente confirmou, e agora, ponto por ponto, prossegue.

Começa por se referir à palavra de ordem sob a qual, não apenas ele, mas toda a candidatura do Partido Socialista, se apresentou ao acto eleitoral autárquico do passado dia 11 de Outubro - Primeiro o Barreiro -, para com tal "ideal" justificar a opção que tomou ao rasgar os compromissos que assumiu com quem o escolheu para liderar essa candidatura à Câmara Municipal do Barreiro. E fá-lo sob o sofisma, já ouvido a outros e que pelos vistos virou moda, de querer estar ao serviço do Barreiro. Mas alguém quis ou lhe exigiu que assim não estivesse? Claro que não, porque esse é, e será, o compromisso de todos os que integraram as listas de candidatos do Partido Socialistas e foram assim eleitos: Servir o Barreiro.

A mistificação de que só quem tem pelouro é que trabalha em prol dos cidadãos esbarra no quadro legal que define a actuação dos órgãos autárquicos, atribuindo aos Vereadores competências muito mais amplas que quaisquer pelouros que lhe sejam delegados. Sem pelouro só não trabalhará em prol da comunidade que o elegeu, quem não quiser ou não tiver competência para o fazer.

Na constatação das evidências refere depois, sem a apresentar, a auto-critica que diz ter feito e, na busca de justificação para os seus actos, misturando cronologicamente os factos, subvertendo por omissão outros, insinuando contestados outros ainda, expressa como lógica conclusão do processo "continuar, na vereação, a pugnar pelo ideal da área política na qual me considero inserido, mostrar trabalho, dar visibilidade à oposição". Mas alguém quis ou lhe exigiu que assim não continuasse? Claro que não, porque essa é, e será, a forma de prosseguir o compromisso assumido por todos os que integraram as listas de candidatos do Partido Socialistas e foram assim eleitos: Trabalhar pelo Barreiro.

Qualquer insinuação de que o Partido Socialista tenha dado orientação aos três eleitos sob a sua candidatura no sentido da não aceitação dos cargos de Vereador que a conclusão do Senhor Coronel pode fazer pressupor, é lamentável por falsa. O que o seu órgão concelhio fez, no âmbito das suas competências estatutárias e em conformidade com o que já foi conferido publicamente, foi avaliar os convites para exercício de pelouros que àqueles tinham sido dirigidos. E, por razões de princípio, face à forma como o processo decorreu, de dignidade, face às propostas apresentadas aos seus eleitos, e de respeito institucional que julga ser devido ao Partido Socialista, face à subalternização de que foi objectivamente alvo, com a legitimidade que detém, decidiu pela não aceitação unicamente de pelouros. Tudo o resto constitui uma tentativa de lançamento de uma cortina de fumo sobre os actos praticados que alimenta o costumeiro espectáculo politiqueiro e propagandístico de diabolização de uns e santificação de outros.

Ver escrito que "não parecia consensual essa posição nas altas esferas do PS do Barreiro" por alguém que participou nas suas reuniões magnas onde, em relação a questões relacionadas com a aceitação de pelouros, foram inequívocas as posições assumidas, é objectivamente observar o falseamento da verdade.

Ver registado que "entre os militantes de base (e não só) a posição que defendi era partilhada por muita gente", só é mesmo explicável como evidente tentativa de compensação e de aligeirar responsabilidades pelas posições unilateralmente assumidas em total desrespeito pelas decisões dos que aqueles democraticamente elegeram e assim os representam.

Ver expresso como desculpa o "arrastamento dos debates no seio da Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista", quando sabia que a decisão final em relação a esta matéria seria tomada em reunião antecipadamente marcada para data em que se dispusesse de toda a informação, bem como quando acompanhou os outros vereadores eleitos pela candidatura do Partido Socialista na apresentação de uma proposta de aceitação de pelouros, que também subscreveu, é reveladora da falta de solidariedade manifestada em todo o processo, apesar de prometida pela sua própria voz em diversas ocasiões, algumas até públicas.

Quanto às consequências dos seus actos que diz assumir (seja lá o que isto for) como hábito, dado que as políticas pelos vistos não o penalizam, espero que "todos os fins de mês" a sua consciência o lembre de quanto valeu a falta de lealdade para com quem nele acreditou.

No que se refere ao documento apresentado à Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista, era bom que o Senhor Coronel o tornasse público pois, mais que o texto agora publicado, é esclarecedor da idoneidade moral e política bem como das "fixações" do seu autor nesta matéria.

Do seu empenho em manter-se no pelouro não tenho quaisquer dúvidas, bem como não tive quando da sua pérfida aceitação. Certamente assim lhe fazem bom proveito as ofertas de apoio que diz receber.

Gostaria de registar o profundo desgosto de ver alguém, patenteado de nobre e sob a capa de nobre missão, despudoradamente subalternizar princípios e compromissos que se obrigou a respeitar. Aproveitaria para sublinhar que, se algum léxico o Sr. Coronel pensa ser-lhe assim dirigido e, mesmo tendo-o como ultrapassado, de algum modo o magoa, deverá acreditar que a sua prática dá-lhe actualidade e fere profundamente muito mais quem em si acreditou.

Por constituir procedimento que repudio, não me move qualquer tentativa de "assassínio de carácter" do Senhor Coronel, como é prática de outros. Como inicialmente registei, apenas me motiva a objectivação dos factos ocorridos e o seu posicionamento nos mesmos, contestando indignada e justificadamente posturas que foi revelando e continua a patentear na auto-justificação que agora registou.

Por último não quero deixar de constatar que, quem tão presunçosamente assume para si virtuosismos assentes em princípios, destes prescinda na repetida oportunidade, não se escamoteie, de fragilização política de adversários, não respeite a vontade de uma força política cuja representatividade foi sufragada e se aproveite de debilidades também àquele nível reveladas por quem assim se pôs a jeito. Afinal .


Carlos M. Pires
Cidadão do Barreiro
Membro da CPC do Barreiro do Partido Socialista

sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

ADAM MICHNIK


Um dos lutadores mais influentes, mais perseguidos e mais conhecidos na luta contra o totalitarismo na Polónia colonizada pelo império soviético e pelo dogma marxista-leninista. Adam Michnik, é actualmente director do jornal diário Gazeta Wyborcza. Em Madrid, apresentou a edição em castelhano do livro “O meu século”, escrito pelo seu compatriota Aleksander Wat e que funcionou como uma espécie de bíblia da clandestinidade durante a resistência ao comunismo, Michnik falou para o “Público” (o de Espanha). AS PALAVRAS SÃO DELE

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AMO A ROSA

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