Em Portugal existe a particularidade, de termos o Partido Comunista em algumas autarquias, somos um país "sui generis". As posições deste partido fazem pensar no entanto no real significado destas particularidades que distinguem o Partido Comunista Português de forças similares um pouco por toda a Europa. Há, inclusivamente, quem fale com uma espécie de “carinho nostálgico” acerca da resistência da veia estalinista do PC Português, mas para sermos sérios, deveríamos tentar identificar o que distingue os trabalhadores portugueses, de quem um partido comunista se afirmará sempre legítimo representante e defensor, dos seus camaradas por essa Europa fora. Serão os trabalhadores portugueses mais fortes nas suas convicções ideológicas e por isso resistem à tentação das “derivas”? Terão os trabalhadores portugueses razões acrescidas para se solidarizarem historicamente com os dirigentes do PCUS, ou com o povo chinês ou norte-coreano? Resultam estas posições do partido comunista português duma discussão real e séria do seu significado histórico e político nos vários níveis de militância?
O PCP é, nos dias actualmente e acima de tudo, um reflexo do atraso do país. E dum atraso muito particular, que é o atraso na educação e formação. Estruturas monolíticas como o PCP luta por manter, dependem, em grande medida de massas pouco esclarecidas, doutrináveis. E depende de quadros e elites que alternam entre o cinismo e a ingénua desinformação na qual foram criadas. O atraso na educação e formação distingue, de facto, Portugal de muitos outros países europeus e onde a educação e formação foram prioridades, a pressão das massas esclarecidas e das elites informadas deu força a movimentos de renovação a que os congéneres do PCP não poderiam resistir. Por cá ainda não falamos em educação mas só nos interesses corporativos dos professores, onde o PCP têm as suas células, que maneja a seu belo prazer. Este partido continua a escrever no seu Avante, em Editorial:
«Os comunistas portugueses continuam (…) a assumir inequivocamente que as raízes essenciais do projecto de sociedade pelo qual lutam em Portugal se situam nos valores, nos princípios e nos êxitos da Revolução de Outubro.»
O que prova que continuam com o marxismo leninismo, e que não defendem a economia de mercado, a sua defesa dos trabalhadores é uma falsidade, e uma falácia, porque o que pretendem é a agitação e a instabilidade. Então porque razão sentimos a obrigação politica de aceitar pelouros na Camara do Barreiro, com esta gente?... não será melhor trabalhar no terreno no esclarecimento da população, ajudando a promover o desenvolvimento que as obras do governo irão trazer, sabendo que é inevitável que com o desenvolvimento o PCP se torne cada vez mais exíguo?
O PCP é, nos dias actualmente e acima de tudo, um reflexo do atraso do país. E dum atraso muito particular, que é o atraso na educação e formação. Estruturas monolíticas como o PCP luta por manter, dependem, em grande medida de massas pouco esclarecidas, doutrináveis. E depende de quadros e elites que alternam entre o cinismo e a ingénua desinformação na qual foram criadas. O atraso na educação e formação distingue, de facto, Portugal de muitos outros países europeus e onde a educação e formação foram prioridades, a pressão das massas esclarecidas e das elites informadas deu força a movimentos de renovação a que os congéneres do PCP não poderiam resistir. Por cá ainda não falamos em educação mas só nos interesses corporativos dos professores, onde o PCP têm as suas células, que maneja a seu belo prazer. Este partido continua a escrever no seu Avante, em Editorial:
«Os comunistas portugueses continuam (…) a assumir inequivocamente que as raízes essenciais do projecto de sociedade pelo qual lutam em Portugal se situam nos valores, nos princípios e nos êxitos da Revolução de Outubro.»
O que prova que continuam com o marxismo leninismo, e que não defendem a economia de mercado, a sua defesa dos trabalhadores é uma falsidade, e uma falácia, porque o que pretendem é a agitação e a instabilidade. Então porque razão sentimos a obrigação politica de aceitar pelouros na Camara do Barreiro, com esta gente?... não será melhor trabalhar no terreno no esclarecimento da população, ajudando a promover o desenvolvimento que as obras do governo irão trazer, sabendo que é inevitável que com o desenvolvimento o PCP se torne cada vez mais exíguo?














