Na sexta-feira o deputado João Galamba, ao interpelar o governador do Banco de Portugal, mostrou não saber o significado da expressão "efeito de crowding out": O governador perdeu a paciência e acusou João Galamba de ignorância e má-fé intelectual. “Desculpe, deixa-me acabar porque isso é uma ignorância total”, continuou o Governador, aproveitando para explicar qual o significado de crowding out: “Quando o senhor tem um montante total de crédito, este distribui-se por três sectores, público, privado/empresarial e o sector das famílias. Se o senhor tira de um lado o outro necessariamente sofre. A isto chama-se “crowding out” em teoria”. "Se não sabe o que significa, vá aprender".
Carlos Costa podia ter sido mais simpático e, até, irónico (como faz o ministro das Finanças)? Podia. Mas um governador tem de ser técnico, não político. E é difícil ter paciência quando um deputado fala com propriedade sobre coisas que não sabe e/ou que não estudou (coisa frequente no Parlamento).
João Galamba é dos mais bem falantes do PS. Mas falar bem não é sinónimo de competência. E Galamba, a quem Carlos Zorrinho, no Facebook, chamou de um dos mais promissores da nova geração do PS (o que diz bem do estado do partido…) só se pode queixar de si próprio: nadou para fora de pé… sem bóia. O que disse na AR foi um disparate, como outros que já havia dito nas interpelações a Vítor Gaspar.
Galamba e outros "putos" que se julgam importantes deputados, mas que só servem para a "risota" geral, podem interpretar o incidente de duas formas: amuarem ou perceberem que não podem falar, na AR ou noutro sítio, sem estudar as matérias. Discutir seriamente os assuntos é uma coisa; "mandar bocas" é outra. É por haver demasiados políticos a "mandar bocas" que o país está falido.
Carlos Costa podia ter sido mais simpático e, até, irónico (como faz o ministro das Finanças)? Podia. Mas um governador tem de ser técnico, não político. E é difícil ter paciência quando um deputado fala com propriedade sobre coisas que não sabe e/ou que não estudou (coisa frequente no Parlamento).
João Galamba é dos mais bem falantes do PS. Mas falar bem não é sinónimo de competência. E Galamba, a quem Carlos Zorrinho, no Facebook, chamou de um dos mais promissores da nova geração do PS (o que diz bem do estado do partido…) só se pode queixar de si próprio: nadou para fora de pé… sem bóia. O que disse na AR foi um disparate, como outros que já havia dito nas interpelações a Vítor Gaspar.
Galamba e outros "putos" que se julgam importantes deputados, mas que só servem para a "risota" geral, podem interpretar o incidente de duas formas: amuarem ou perceberem que não podem falar, na AR ou noutro sítio, sem estudar as matérias. Discutir seriamente os assuntos é uma coisa; "mandar bocas" é outra. É por haver demasiados políticos a "mandar bocas" que o país está falido.







1 comentários:
Vá ao blog do Tomás Vasques, jornalista, que escreve no i, o blog é Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos e ele, Tomás Vasques diz precisamente o contrário. Quem sabe é o Galamba e quem é ignorante é o tipo do Banco de Portugal. Como vê há para todos os gostos. O que me parece é que o meu amigo também não percebe patavina do assunto sobre o qual escreveu e está a armar aos cágados a fazer-se de sabichão. Mas o mais grave é que você gosta duns tipos do PS e não gosta doutros. É dalguma fação? Tem interesses não revelados? Anda à procura de quê?
Quando me responder a isto talvez lhe possa dar uma lição de como se comportar em política e dentro dum partido.
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