(...) Segundo o jornal «Sol» um grupo técnico tem que apresentar ao Governo, dentro de três meses, uma proposta sobre a opção para o futuro aeroporto low cost, sendo as bases aéreas do Montijo e de Sintra aquelas que são apontadas como favoritas.
Urge, pois, nesta hora, que as vozes da região se ergam em defesa da opção Aeroporto low cost no Montijo, sendo esta medida, também indissociável da construção da ponte Barreiro-Montijo e da ponte Barreiro-Seixal(...) (in Rostos on line)
Urge, pois, nesta hora, que as vozes da região se ergam em defesa da opção Aeroporto low cost no Montijo, sendo esta medida, também indissociável da construção da ponte Barreiro-Montijo e da ponte Barreiro-Seixal(...) (in Rostos on line)
Há quem diga que a Ibéria, única interessada na compra da TAP, teria exigido a saída das Low Cost da Portela, para assim evitar a concorrência agressiva da easyJet e da Ryanair. Duvido no entanto que o essencial tenha já sido discutido: quem paga a dívida acumulada de 2,4 mil milhões de euros? quem despede o pessoal a mais (dois mil a três mil funcionários)?
Mas enfim, admitamos que o velho tema de uma segunda pista paralela à pista norte/sul da Portela, a construir na excepcionalmente bem colocada base aérea militar (NATO) do Montijo, acabou por ganhar a notoriedade como alternativa decente ao estuporado NAL da Ota, Rio Frio ou Alcochete. Salvo a ameaça dos flamingos, dos corvos do mar, das garças e dos maçaricos-de-bico-comprido, protegidos por lei, tudo parece fazer do Montijo uma saída milagrosa para o actual aperto governamental em matéria de privatizações rápidas. A dimensão do endividamento das empresas públicas e da EDP (mais de 87 pontes Vasco da Gama!) tornou-se uma armadilha muito perigosa para este governo, o qual só poderá evitá-la com sucesso se demonstrar grande capacidade de manobra, decisão firme e imaginação.
Transformar a base aérea do Montijo num aeroporto Low Cost, a um passo da Ponte Vasco da Gama, e a vinte minutos do Terreiro do Paço, mas também com excelentes vias de comunicação em direcção à Costa da Caparica, Tróia e Algarve, já para não mencionar a proximidade à futura estação terminal do Transiberiano, no Pinhal Novo, será certamente uma inesperada mas eficaz opção para atacar o impasse da TAP com um gambito infalível sobre os futuros herdeiros da companhia. E o inicio do ataque da CORRUPTA construção civil e seus cumplices e aliados nas CAMARAS da margem sul, aos terrenos da Base Aérea Nº 6 (Montijo).
Mas enfim, admitamos que o velho tema de uma segunda pista paralela à pista norte/sul da Portela, a construir na excepcionalmente bem colocada base aérea militar (NATO) do Montijo, acabou por ganhar a notoriedade como alternativa decente ao estuporado NAL da Ota, Rio Frio ou Alcochete. Salvo a ameaça dos flamingos, dos corvos do mar, das garças e dos maçaricos-de-bico-comprido, protegidos por lei, tudo parece fazer do Montijo uma saída milagrosa para o actual aperto governamental em matéria de privatizações rápidas. A dimensão do endividamento das empresas públicas e da EDP (mais de 87 pontes Vasco da Gama!) tornou-se uma armadilha muito perigosa para este governo, o qual só poderá evitá-la com sucesso se demonstrar grande capacidade de manobra, decisão firme e imaginação.
Transformar a base aérea do Montijo num aeroporto Low Cost, a um passo da Ponte Vasco da Gama, e a vinte minutos do Terreiro do Paço, mas também com excelentes vias de comunicação em direcção à Costa da Caparica, Tróia e Algarve, já para não mencionar a proximidade à futura estação terminal do Transiberiano, no Pinhal Novo, será certamente uma inesperada mas eficaz opção para atacar o impasse da TAP com um gambito infalível sobre os futuros herdeiros da companhia. E o inicio do ataque da CORRUPTA construção civil e seus cumplices e aliados nas CAMARAS da margem sul, aos terrenos da Base Aérea Nº 6 (Montijo).
Fica-me aqui uma dúvida "metódica", como é que a Câmara do Barreiro entre nesta "telenovela"?????
Saberão estes INDIGENTES INTELECTUAIS o que significa uma segunda pista paralela à pista norte/sul da Portela, a construir na excepcionalmente bem colocada base aérea militar (NATO) do Montijo ?
A resposta é simples: Significa aterragens e descolagens por cima da cidade do Barreiro, de aviões LOW COST sem manutenção, com perigos e riscos incalculáveis para a cidade.







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